Na noite de encerramento, o público conferiu o Grupo Teatro Máquina e o show de Hellô Sales e os Suscintos. O CPBT foi o grande homenageado.
Neste domingo (16/10), no Theatro José de Alencar, o Grupo teatro Máquina subiu ao palco para encerrar o VII Festival de Teatro de Fortaleza – A Cidade como Palco, realizado pela Prefeitura Municipal de Fortaleza, através da Secultfor. De caráter intimista, o espetáculo geralmente é apresentado a uma platéia de 60 pessoas, mas devido à grande demanda na última noite do FTF, a apresentação foi realizada para cerca de 400 pessoas distribuídas no palco, torrinhas e camarotes do TJA.
Comédia, drama, gente de verdade, fantoches movidos a mão, bonecos quase gente. Oficinas, seminários, espetáculos. Teatro centenário, terminal de ônibus, praça de banquinhos esquecidos. Os estilos, os palcos e programações do VII Festival de Teatro de Fortaleza foram muitos e levaram para os mais diferentes espaços públicos da capital a oportunidade para muitos de, pela primeira vez, assistir a uma peça de teatro. Quem não aproveitou nada da programação que vem desde o último 10 de outubro ainda tem hoje (16), último dia, para conferir o que o FTF preparou. E nem precisa colocar a mão no bolso porque é tudo grátis.
O VII Festival de Teatro de Fortaleza segue até o domingo (16). O evento é aberto ao público e totalmente gratuito. A ideia é descentralizar e garantir o acesso de quem costumeiramente não frequenta as salas de espetáculo e o circuito das artes cênicas, aproximando arte e cotidiano.
O tema proposto para nortear o evento “A Cidade como Palco” para a valorização e ressignificação dos espaços públicos que, através das práticas culturais, afirmam sua vocação de lugares de encontro e trocas simbólicas. Diferente de outros anos, este ano, todas as peças são de artistas locais. Ao todo, 30 espetáculos de grupos locais foram escolhidos por uma curadoria composta por três representantes do segmento teatral. São três seminários. São sete shows (um a cada dia), sempre no Theatro José de Alencar ou no Passeio Público.
Nos sete dias do Festival, as apresentações ficaram distribuídas nos seguintes locais: Theatro José de Alencar, Teatro SESC Emiliano Queiroz, Teatro Marcus Miranda do Centro Cultural Bom Jardim (CCBJ), Centro Cultural Banco do Nordeste, CUCA Che Guevara, Praça José de Alencar, Praça do Ferreira, Praça do BNB, Praça do Benfica, Praça Porangabussu, Praça Nossa Senhora da Saúde, Passeio Público, CRAS, Escolas Pública Municipais de Fortaleza.
Veja a programação do VII Festival de Teatro de Fortaleza
14 de Outubro(sexta-feira)
15h – Pratativando (Cia. Mais Caras de Teatro) no Teatro Marcus Miranda
17h – A Bruxa e a Natureza (Grupo Calu Maravilha) no Centro Culural Banco do Nordeste
18h30 – Seminário “O Papel da Imprensa na Construção do Olhar sobre a Arte e a Cultura da Cidade” Palestrante: Sergio Carvalho – (Diretor da Cia do Latão (SP) Mediadores: Magela Lima – Editor do Caderno Vida e Arte do Jornal O Povo (CE) Dellano Rios – Editor do Caderno 3 do Jornal Diário do Nordeste (CE) Foyer do Theatro José de Alencar
19h – Só Se for de Camisinha (Cia. de Teatro Reinventar) na Praça da Gentilândia
19h – Sertão.doc (Nóis de Teatro) no Cuca Che Guevara
20h – Num Somu Bicho, Somu Maria (Trapos e Cacarecos Cia. Teatral) no Teatro Sesc Senac Iracema
21h – Show com Lorena Nunes no Passeio Público
15 de Outubro(sábado)
8h – Oficina 1 Mateus, O Palhaço Nordestino (Cláudio Ivo) no Teatro Bela Vista
8h – Oficina 2 Técnica Vocal para voz falada e cantada (Ângela Moura) no CRAS Quintino Cunha
8h – Oficina 3 O Fluxo do Improviso (Rebeka Lúcio) no CRAS Bom Jardim
8h – Oficina 4 Preparação Corporal (Brino Correia) no CRAS João Paulo II
8h – Oficina 5 Introdução a Mímica (Tomaz de Aquino) no CRAS Barra do Ceará
15h – Detestinha o Bicho que Detesta Ler (Circo Tupiniquim) no Centro Culural Banco do Nordeste
17h – Confia em Mim (Residência Artística de Sapateado) no pátio nobre do TJA
19h – A Noiva e o condutor (Coral das Artes Cênicas) Cuca Che Guevara
19h – Se o sol me desse bom dia (Grupo de Arte Dramática Experimental) no Teatro Sesc Emiliano Queiroz
20h – Barrela (Grupo Imagens) no Teatro Sesc Senac Iracema
21h – Show com Márcia Paiva no Passeio Público
16 de Outubro(domingo)
15h – Rainha de Nada (Cia. Epidemia de Bonecos) no Centro Culural Banco do Nordeste
17h – O Conto dos 3 Conselhos (Cia. Sísifio de Teatro) no Teatro Marcus Miranda
20h – Ivánov (Teatro Máquina) no Teatro José de Alencar
21h30 – Entrega da Comenda dos 20 anos do CPBT no jardim do Theatro José de Alencar
21h45 – Helô Salles e os Suscintos (show de encerramento) no Teatro José de Alencar
Fonte: Jangadeiro Online
O VII Festival de Teatro de Fortaleza – A Cidade como Palco, realizado pela Prefeitura Municipal de Fortaleza, através da Secultfor, se encerra neste domingo com a apresentação do espetáculo Ivánov, do Grupo Teatro Máquina, a partir das 20h, no Theatro José de Alencar. De sexta a domingo, espetáculos para todas as idades não faltam para quem gosta de teatro.Confira a programação abaixo.
Ivánov, escrito por Tchékhov em 1897, conta a história de um homem ensimesmado com seus conflitos interiores. Exposto ao amor da esposa doente e à paixão fulminante da joven Sasha, Ivánov, inerte e sem fé, se ocupa com descrições frias dos acontecimentos. Conversas vazias e diálogos sobrepostos criam o clima de não-comunicação e renúncia que deflagram a decadência da aristocracia rural e antecipam a atmosfera revolucionária russa da virada do século XIX.

O “VII Festival de Teatro de Fortaleza – A Cidade como Palco” se encerra neste domingo com a apresentação do espetáculo Ivánov, do Grupo Teatro Máquina, a partir das 20h, no Theatro José de Alencar. De sexta a domingo, espetáculos para todas as idades não faltam para quem gosta de teatro. Confira a programação abaixo.
Ivánov, escrito por Tchékhov em 1897, conta a história de um homem ensimesmado com seus conflitos interiores. Exposto ao amor da esposa doente e à paixão fulminante da joven Sasha, Ivánov, inerte e sem fé, se ocupa com descrições frias dos acontecimentos. Conversas vazias e diálogos sobrepostos criam o clima de não comunicação e renúncia que deflagram a decadência da aristocracia rural e antecipam a atmosfera revolucionária russa da virada do século XIX.